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INTRODUCTION: Moraxella species, although infrequent in peritoneal dialysis (PD)-associated infections, are established pathogens. Moraxella catarrhalis is recognized as a cause of upper and lower respiratory tract infections and is increasingly associated with β-lactamase production. The role of Moraxella species in PD-related infections warrants further investigation. METHODS: A comprehensive search of PubMed and Google Scholar was conducted for cases of PD-associated infections caused by Moraxella. Inclusion criteria required a diagnosis of peritonitis or exit-site infection confirmed by culture. Demographic data, clinical presentation, microbiological identification, antimicrobial resistance, therapeutic regimens, and outcomes were analyzed. RESULTS: Fourteen cases of Moraxella-related peritonitis in PD patients were identified between 1987 and 2024 from 13 studies, with no reports of exitsite infections. The mean age was 56 years; diabetic nephropathy was the most common underlying condition (four cases). M. catarrhalis (n = 6) and Moraxella osloensis (n = 5) were the most frequent pathogens. The most commonly reported methods were bacterial growth in culture media, followed by species identification using biochemical profiling or automated systems (n = 10), and advanced confirmatory techniques. Clinical presentation included abdominal pain, fever, and clouding of the dialysis fluid. Most isolates were susceptible to cephalosporins, aminoglycosides, and fluoroquinolones. The majority of patients (86%) retained their catheters after appropriate treatment, usually with intraperitoneal cephalosporins, achieving complete symptom resolution within a few days. Overall prognosis was favorable, with no mortality. CONCLUSION: Moraxella species, although rare, should be considered in the differential diagnosis of PD-associated infections. Identification using advanced techniques allows effective treatment and favorable outcomes, often without the need for catheter removal. INTRODUÇÃO:: Espécies de Moraxella, embora raras em infecções associadas à diálise peritoneal (DP), são patógenos estabelecidos. Moraxella catarrhalis causa infecções respiratórias, frequentemente associadas à produção de β-lactamase. Seu papel na DP merece investigação. MÉTODOS:: Buscou-se nas bases PubMed e Google Scholar casos de infecções por Moraxella em DP. Critérios de inclusão: diagnóstico de peritonite ou infecção no local de saída confirmados por cultura. Analisaramse dados demográficos, clínicos, microbiologia, resistência, terapêutica e desfechos. RESULTADOS:: Catorze casos de peritonite relacionada à Moraxella em pacientes em DP foram identificados entre 1987 e 2024, a partir de 13 estudos, sem relatos de infecções no local de saída. A idade média foi 56 anos; a nefropatia diabética foi a condição de base mais comum (quatro casos). M. catarrhalis (n = 6) e Moraxella osloensis (n = 5) foram os patógenos mais frequentes, com crescimento bacteriano apoiado em meios de cultura, seguido de identificação por perfis bioquímicos ou sistemas automatizados (n = 10), e técnicas confirmatórias avançadas empregadas quando relatadas. A apresentação clínica incluiu dor abdominal, febre e turbidez do líquido de diálise. A maioria dos isolados mostrou suscetibilidade a cefalosporinas, aminoglicosídeos e fluoroquinolonas. A maior parte dos pacientes (86%) manteve os cateteres após tratamento adequado, geralmente com administração intraperitoneal de cefalosporinas, com resolução completa dos sintomas em poucos dias. O prognóstico geral foi favorável, sem mortalidade. CONCLUSÕES:: Espécies de Moraxella, embora raras, devem constar no diagnóstico diferencial das infecções relacionadas à DP. Sua identificação por técnicas avançadas permite tratamento eficaz e desfechos favoráveis, frequentemente sem necessidade de remoção do cateter.